Projeto Integralidade Sem Fronteiras (PISF)

{ Posted on 1.12.09 by Paulo Henrique Colchon }
O que é o Projeto Integralidade Sem Fronteiras (PISF)?
É um projeto de extensão do PRÓ-Saúde da UNIVALI que vai levar vários alunos do curso de Medicina a uma cidade do interior do estado de Santa Catarina, onde estes passarão alguns dias realizando atividades para auxiliar e melhorar a Atenção Básica de Saúde do município. É uma forma de oferecer uma diversificação do cenário de prática dos alunos, propiciando o conhecimento de outras realidades e da estrutura de um município que ainda apresente a atenção básica deficitária. Assim também promoveremos melhorias ao serviço de saúde daquele local.

Qual é o Município?
Ainda está em processo de escolha, mas será um município que apresente baixos indicadores de qualidade de atendimento em atenção básica. O mais cotado até o momento é o município de Tangará.

Quando vai ser?
Inicialmente, o planejamento das atividades é dos dias 21 a 29 de Janeiro de 2009.

Vai custar caro?
Os alunos selecionados receberão gratuitamente transporte, alimentação e alojamento coletivo.

O que vamos fazer lá?
Dentre as possíveis atividades destacamos: capacitação das agentes comunitárias de saúde e de outros profissionais, segundo a lógica da Estratégia Saúde da Família e do SUS; Capacitação de membros da comunidade para a participação nos conselhos de saúde e criação de Conselhos Locais de Saúde, como forma de promoção da cidadania; Desenvolvimento de projetos comunitários de acordo com as potencialidades locais; Planejamento/desenvolvimento de ações integradas de saúde nos ciclos de vida (saúde materna e da mulher, saúde da criança e saúde do adulto e do idoso) junto com a equipe local.
Como exemplo práticos, serão feitos cadastramento de famílias, coletas de exames preventivos, cadastramento de pacientes com doenças crônicas, identificação de desnutrição infantil, etc.

Quem pode ir?
Alunos que estejam cursando neste momento do 5º ao 8º período do curso de Medicina.

Como faço para me inscrever?
Todos os alunos desses períodos receberam o e-mail de divulgação, e conforme as instruções, têm que responder ao professor Heitor Tognoli com a ficha em anexo, e têm que aguardar receber o e-mail de confirmação do recebimento pelo professor.

Até quando posso me inscrever?
Pode ser mandado o e-mail de inscrição até sexta-feira, dia 04/12/09 às 23h:59min.

Quaisquer dúvidas comentem o post, ou enviem e-mail para petsaudeunivali@gmail.com

Orientações para entrega dos projetos no Comitê de Ética em Pesquisa da UNIVALI

{ Posted on 1.12.09 by Paulo Henrique Colchon }
Horário de entrega: 13:30 – 15:00h e 15:30 – 17:30h. De segunda a sexta.
No momento da entrega será conferida a lista de documentos:

1) Folha de rosto preenchida no SISNEP e assinada pelo orientador, diretor de centro e responsável pela instituição onde ocorrerá a coleta de dados. APENAS SERÃO ACEITAS FOLHAS DE ROSTO ONDE EXISTA O CADASTRO DA UNIVALI COMO INSTITUIÇAO SEDIADORA E ASSINATURA DO DIRETOR DE CENTRO. Outras instituições vinculadas ao projeto deverão também ser cadastradas; NO ENTANTO, APÓS O CADASTRO DA UNIVALI, o projeto deverá apresentar ANUÊNCIA de todas as instituições onde ocorrerá coleta de dados. A assinatura deverá estar DEVIDAMENTE IDENTIFICADA com nome completo e CARGO de quem assina, preferencialmente em carimbo profissional (Converse com o seu orientador sobre como preencher uma folha de rosto do SISNEP, pois somente eles têm acesso ao sistema online).
2) Cópia impressa e encadernada do projeto de pesquisa
3) Mídia (serão aceitos apenas CDs) contendo o arquivo do projeto – completo
4) Instrumentos de coletas de dados (fichas de observação, avaliação, entrevistas, questionários, etc.)
5) Termo de Consentimento Livre e Esclarecido com o contato dos pesquisadores
6) Termo de Utilização de Dados (no caso de utilização de documentos: prontuários, receitas, etc.)

O comitê de ética não aceitará recebimento de projetos:
  • sem anuência do Diretor do Centro
  • sem anuência dos locais de coleta de dados (sempre quem deverá emitir anuência é o responsável legal para instituição)
  • sem identificação das assinaturas
  • sem qualquer dos documentos
Nestes casos o comitê não ficará com o projeto para análise.

 
 
Não serão analisados pelos membros projetos nos quais:
  • A mídia não apresente o arquivo do projeto OU em que o arquivo esteja infectado por vírus ou por outro motivo não pode ser aberto.
  • O arquivo esteja em formato diferente de word.
  • Projetos que não apresentam estrutura completa: RESUMO, INTRODUÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA/EMBASAMENTO TEÓRICO, METODOLOGIA, CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO, ORÇAMENTO, REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
Nestes casos o projeto será devolvido SEM PARECER e deverá ser reformulado para entrar para avaliação na próxima reunião.

Dicas aos Pesquisadores

{ Posted on 1.12.09 by Paulo Henrique Colchon }
Neste post você encontra os links para as informações úteis aos pesquisadores. São dicas e modelos para cumprir cada passo de sua pesquisa.

1. Orientações para entrega dos projetos no Comitê de Ética em Pesquisa da UNIVALI


(EM CONSTRUÇÃO, EM BREVE MAIS CONTEÚDOS)


Eixo C - Orientação Pedagógica

{ Posted on 1.12.09 by Paulo Henrique Colchon }
O processo de educação de adultos pressupõe a utilização de metodologias de ensino-aprendizagem que proponham concretamente desafios a serem superados pelos estudantes, que lhes possibilitem ocupar o lugar de sujeitos na construção do conhecimento, participando da análise do próprio processo assistencial em que estão inseridos e que coloquem o professor como facilitador e orientador desse processo.
São duas chaves principais: 1. aprender a aprender; 2. aprender fazendo.

Os passos da mudança são os seguintes:
Estágio I – A formação nas áreas de atenção à saúde desenvolve-se com abordagem acrítica em relação às necessidades do serviço de saúde e da população; Ciclos clínico e básico completamente separados, disciplinas fragmentadas e estanques, sem aproveitar, até mesmo, a existência de fontes correlatas em algumas delas.
Estágio II – Algumas disciplinas de aplicação clínica do curso proporcionam oportunidade para análise crítica da organização do serviço; Disciplinas/atividades integradoras, ao longo dos primeiros anos, em algumas áreas.
Estágio III – Imagem Objetivo: O processo de ensino-aprendizagem toma como eixo, na etapa clínica, a análise crítica da totalidade da experiência da atenção à saúde, com ênfase no componente de Atenção Básica; Ensino com integração do ciclo básico com o profissional ao longo de todo o curso. Um dos métodos orientador da integração é a problematização.

Eixo B - Cenários de Práticas

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
As simulações da prática dos futuros profissionais de saúde apontam para a progressiva desinstitucionalização (muitas práticas assistenciais poderão desenvolver-se em ambulatórios, na comunidade e nos domicílios), tendência oposta à verificada nas últimas décadas, quando são realizadas em ambientes sofisticados e de mais cara utilização, como os Hospitais Universitários. Os cenários em que se desenvolve o aprendizado prático durante a formação profissional, devem, portanto, ser diversificados, agregando-se ao processo, além dos equipamentos de saúde, equipamentos educacionais e comunitários.
O processo de mudança neste eixo prevê os 3 estágios na interação entre ensino e serviço:
Estágio I – Os cursos mantêm rígida separação entre a programação teórica e a prática dos serviços de saúde.
Estágio II – Os cursos contam com alguma articulação da programação teórica com a prática dos serviços de saúde, em poucas áreas disciplinares, predominantemente na atenção de caráter curativo.
Estágio III – Imagem Objetivo: A escola integra, durante todo o processo de ensino-aprendizagem, a orientação teórica com a prática nos serviços públicos de saúde, em nível individual e coletivo, com participação de todas as áreas disciplinares.

Eixo A - Orientação Teórica

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
Estágio I – A escola prioriza a consideração de determinantes biológicos da doença, enfatizando uma abordagem de caráter curativo orientada ao indivíduo.

Estágio II – A escola considera os determinantes biológicos e sociais da doença, sem destacar adequadamente os aspectos relativos à normalidade em nível individual e coletivo.

Estágio III – Imagem Objetivo: A escola dedica importância equivalente aos determinantes de saúde e da doença, procurando, tanto na abordagem do conhecimento teórico, como em sua aplicação assistencial, manter adequada articulação biológico-social.

Estratégias de mudanças propostas pelo PRÓ-Saúde

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
O Pró-Saúde tem a perspectiva de que os processos de reorientação da formação ocorram simultaneamente em distintos eixos, em direção à situação desejada.
Isso antevê que a universidade seja integrada ao serviço público de saúde e que dê respostas às necessidades concretas da população brasileira na formação dos profissionais de saúde, na produção do conhecimento e na prestação dos serviços, direcionando-se, em todos estes casos, ao fortalecimento do SUS.
Esses eixos de propostas são 3, e cada um tem seus vetores:

Eixo A- Orientação Teórica:
Vetor A1. Determinantes de saúde e doença; A2. Pesquisa ajustada à realidade local; A3. Educação permanente.

Eixo B- Cenários de Prática:
Vetor B1. Integração ensino-serviço; B2. Utilização dos diversos níveis de atenção; B3. Integração dos serviços próprios das faculdades com os serviços de saúde.

Eixo C- Orientação Pedagógica
Vetor C1. Integração do ciclo básico com ciclo clínico; C2. Análise crítica dos serviços; C3. Aprendizagem ativa.

PRÓ-Saúde

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }


Neste post você encontra os links que explicam o PRÓ-Saúde e demonstram suas atividades no curso:

1. O que é o PRÓ-Saúde?

2. Qual é o objetivo?

3. Estratégias propostas de mudanças.

A seguir novos conteúdos...

Baixe o documento de apresentação do programa clicando na imagem abaixo:


Qual é o objetivo do PRÓ-Saúde?

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
O programa PRÓ-Saúde foi criado com o objetivo geral de integração ensino-serviço, visando à reorientação da formação profissional, assegurando uma abordagem integral do processo saúde-doença com ênfase na atenção básica, promovendo transformações nos processos de geração de conhecimentos, ensino e aprendizagem e de prestação de serviços à população.
Simplificando um pouco, o PRÓ-Saúde quer garantir que a formação do futuros profissionais de saúde seja melhor e mais direcionada para as necessidades da população, através de uma alteração na forma da universidade ensinar aos seus acadêmicos.
E para os profissionais que já trabalham da rede, a formação continuada também é um foco do programa, que pretende unir os formandos com os já formados, na construção de um saber comum voltado para a atenção primária em saúde.
A implantação do PRÓ-Saúde na UNIVALI tinha dois objetivos principais:
1. Diversificar os cenários de prática para os alunos, agregando ao processo, além dos equipamentos de saúde, equipamentos educacionais e comunitários;
2. Proporcionar a integração do aluno com a população desde o início do curso, para que o aluna já aprenda e identifique as reais necessidades de saúde da população.

PRÓ-Saúde - O que é?

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }

PRÓ-Saúde é o nome dado ao Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde.


O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Superior (SESu) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), criaram este programa em 3 de novembro de 2005, por meio da Portaria Interministerial n. 2.101.
O Pró-Saúde tem a perspectiva de que os processos de reorientação da formação ocorram simultaneamente em distintos eixos, em direção à situação desejada apontada pela Instituições de Ensino Superior (IES), que antevê uma escola integrada ao serviço público de saúde e que dê respostas às necessidades concretas da população brasileira na formação de recursos humanos, na produção do conhecimento e na prestação de serviços, em todos estes casos direcionados a construir o fortalecimento do SUS.
Esta iniciativa visa à aproximação entre a formação de graduação no País e as necessidades da atenção básica, que se traduzem no Brasil pela estratégia de saúde da família. O distanciamento entre os mundos acadêmicos e o da prestação real dos serviços de saúde vem sendo apontada em todo mundo como um dos responsáveis pela crise do setor da Saúde. No momento em que a comunidade global toma consciência da importância dos trabalhadores de saúde e se prepara para uma década em que os recursos humanos serão valorizados, a formação de profissionais mais capazes de desenvolverem uma assistência humanizada e de alta qualidade e resolutividade será impactante até mesmo para os custos do SUS, na medida em que a experiência internacional aponta que profissionais gerais são capazes de resolver custos relacionados a quatro quintos dos casos sem recorrer a propedêutica complementar, cada dia mais custosa.

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{ Posted on 19.11.09 by Paulo Henrique Colchon }

PET-Saúde seleciona projetos para 2010 e 2011

{ Posted on 27.10.09 by Paulo Henrique Colchon }
Instituições de Ensino Superior podem se inscrever até 15 de janeiro


O Ministério da Saúde lança mais uma edição do PET-Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho), referente ao ano acadêmico 2010 e 2011. A iniciativa irá beneficiar estudantes de graduação, professores e profissionais da área da Saúde da Família por meio da concessão de bolsas de pesquisa. Instituições de Ensino Superior interessadas em aderir ao programa podem se inscrever até 15 de janeiro de 2010. Os resultados da seleção estão previstos para ser divulgados em fevereiro do próximo ano.
Poderão participar do processo de seleção as IES (instituições de Ensino Superior) públicas ou privadas sem fins lucrativos, em parceria com Secretarias Municipais de Saúde. Os projetos deverão contemplar os cursos de graduação da área da saúde, incluindo, necessariamente, o curso de Medicina. As instituições que já participam do PET-Saúde e que tenham interesse em permanecer com o benefício pelos próximos dois anos deverão apresentar novos projetos para concorrer ao edital, aberto também para a apresentação de novas propostas.
Os selecionados receberão bolsas, que terão como referência os valores pagos pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Atualmente, o valor do benefício para os profissionais de ensino - como Tutor Acadêmico e de Preceptor - é de R$ 1.045,89. Já a bolsa para estudantes é de R$ 300,00, correspondente ao montante da bolsa de iniciação científica.
O primeiro edital, em 2008, selecionou 84 projetos, envolvendo 66 IES e 71 Secretarias Municipais de Saúde. Foram formados 306 grupos PET-Saúde, totalizando 5.814 bolsistas, distribuídos entre as seguintes modalidades: tutoria (docente), preceptoria (profissional da Estratégia de Saúde da Família) e monitoria (estudante de graduação).
Para visualizar o edital do programa, clique aqui. Outras informações estão disponíveis no site www.saude.gov.br/sgtes/petsaude ou podem ser obtidas pelo e-mail petsaude@saude.gov.br.