Eixo B - Cenários de Práticas

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
As simulações da prática dos futuros profissionais de saúde apontam para a progressiva desinstitucionalização (muitas práticas assistenciais poderão desenvolver-se em ambulatórios, na comunidade e nos domicílios), tendência oposta à verificada nas últimas décadas, quando são realizadas em ambientes sofisticados e de mais cara utilização, como os Hospitais Universitários. Os cenários em que se desenvolve o aprendizado prático durante a formação profissional, devem, portanto, ser diversificados, agregando-se ao processo, além dos equipamentos de saúde, equipamentos educacionais e comunitários.
O processo de mudança neste eixo prevê os 3 estágios na interação entre ensino e serviço:
Estágio I – Os cursos mantêm rígida separação entre a programação teórica e a prática dos serviços de saúde.
Estágio II – Os cursos contam com alguma articulação da programação teórica com a prática dos serviços de saúde, em poucas áreas disciplinares, predominantemente na atenção de caráter curativo.
Estágio III – Imagem Objetivo: A escola integra, durante todo o processo de ensino-aprendizagem, a orientação teórica com a prática nos serviços públicos de saúde, em nível individual e coletivo, com participação de todas as áreas disciplinares.

Eixo A - Orientação Teórica

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
Estágio I – A escola prioriza a consideração de determinantes biológicos da doença, enfatizando uma abordagem de caráter curativo orientada ao indivíduo.

Estágio II – A escola considera os determinantes biológicos e sociais da doença, sem destacar adequadamente os aspectos relativos à normalidade em nível individual e coletivo.

Estágio III – Imagem Objetivo: A escola dedica importância equivalente aos determinantes de saúde e da doença, procurando, tanto na abordagem do conhecimento teórico, como em sua aplicação assistencial, manter adequada articulação biológico-social.

Estratégias de mudanças propostas pelo PRÓ-Saúde

{ Posted on 26.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
O Pró-Saúde tem a perspectiva de que os processos de reorientação da formação ocorram simultaneamente em distintos eixos, em direção à situação desejada.
Isso antevê que a universidade seja integrada ao serviço público de saúde e que dê respostas às necessidades concretas da população brasileira na formação dos profissionais de saúde, na produção do conhecimento e na prestação dos serviços, direcionando-se, em todos estes casos, ao fortalecimento do SUS.
Esses eixos de propostas são 3, e cada um tem seus vetores:

Eixo A- Orientação Teórica:
Vetor A1. Determinantes de saúde e doença; A2. Pesquisa ajustada à realidade local; A3. Educação permanente.

Eixo B- Cenários de Prática:
Vetor B1. Integração ensino-serviço; B2. Utilização dos diversos níveis de atenção; B3. Integração dos serviços próprios das faculdades com os serviços de saúde.

Eixo C- Orientação Pedagógica
Vetor C1. Integração do ciclo básico com ciclo clínico; C2. Análise crítica dos serviços; C3. Aprendizagem ativa.

PRÓ-Saúde

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }


Neste post você encontra os links que explicam o PRÓ-Saúde e demonstram suas atividades no curso:

1. O que é o PRÓ-Saúde?

2. Qual é o objetivo?

3. Estratégias propostas de mudanças.

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Baixe o documento de apresentação do programa clicando na imagem abaixo:


Qual é o objetivo do PRÓ-Saúde?

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }
O programa PRÓ-Saúde foi criado com o objetivo geral de integração ensino-serviço, visando à reorientação da formação profissional, assegurando uma abordagem integral do processo saúde-doença com ênfase na atenção básica, promovendo transformações nos processos de geração de conhecimentos, ensino e aprendizagem e de prestação de serviços à população.
Simplificando um pouco, o PRÓ-Saúde quer garantir que a formação do futuros profissionais de saúde seja melhor e mais direcionada para as necessidades da população, através de uma alteração na forma da universidade ensinar aos seus acadêmicos.
E para os profissionais que já trabalham da rede, a formação continuada também é um foco do programa, que pretende unir os formandos com os já formados, na construção de um saber comum voltado para a atenção primária em saúde.
A implantação do PRÓ-Saúde na UNIVALI tinha dois objetivos principais:
1. Diversificar os cenários de prática para os alunos, agregando ao processo, além dos equipamentos de saúde, equipamentos educacionais e comunitários;
2. Proporcionar a integração do aluno com a população desde o início do curso, para que o aluna já aprenda e identifique as reais necessidades de saúde da população.

PRÓ-Saúde - O que é?

{ Posted on 25.11.09 by Paulo Henrique Colchon }

PRÓ-Saúde é o nome dado ao Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde.


O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Superior (SESu) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), criaram este programa em 3 de novembro de 2005, por meio da Portaria Interministerial n. 2.101.
O Pró-Saúde tem a perspectiva de que os processos de reorientação da formação ocorram simultaneamente em distintos eixos, em direção à situação desejada apontada pela Instituições de Ensino Superior (IES), que antevê uma escola integrada ao serviço público de saúde e que dê respostas às necessidades concretas da população brasileira na formação de recursos humanos, na produção do conhecimento e na prestação de serviços, em todos estes casos direcionados a construir o fortalecimento do SUS.
Esta iniciativa visa à aproximação entre a formação de graduação no País e as necessidades da atenção básica, que se traduzem no Brasil pela estratégia de saúde da família. O distanciamento entre os mundos acadêmicos e o da prestação real dos serviços de saúde vem sendo apontada em todo mundo como um dos responsáveis pela crise do setor da Saúde. No momento em que a comunidade global toma consciência da importância dos trabalhadores de saúde e se prepara para uma década em que os recursos humanos serão valorizados, a formação de profissionais mais capazes de desenvolverem uma assistência humanizada e de alta qualidade e resolutividade será impactante até mesmo para os custos do SUS, na medida em que a experiência internacional aponta que profissionais gerais são capazes de resolver custos relacionados a quatro quintos dos casos sem recorrer a propedêutica complementar, cada dia mais custosa.

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{ Posted on 19.11.09 by Paulo Henrique Colchon }